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A corrida pelos governos de Paraná e Santa Catarina ganhou visibilidade neste fim de semana com a realização dos primeiros debates televisivos das eleições de 2026. No Paraná, a Band realizou o encontro no domingo (9), inicialmente previsto com Sergio Moro, Requião Filho, Sandro Alex e Rafael Greca, mas a configuração acabou alterada após a desistência de Moro. O debate foi realizado com Requião Filho e Sandro Alex.
Em Santa Catarina, o debate promovido pela NDTV, no sábado (8), também foi marcado pela ausência de um dos principais nomes da disputa: o governador Jorginho Mello. Participaram João Rodrigues, Gelson Merisio e Ralf Zimmer. Assim, nos dois estados, o primeiro confronto televisivo acabou tendo uma característica em comum: a ausência de um nome que estava entre os protagonistas da corrida eleitoral.
A diferença está na justificativa e no contexto de cada caso. No Paraná, Moro anunciou poucas horas antes que não participaria, alegando discordar do formato e afirmando que não queria participar de um confronto que considerava previamente articulado. Em Santa Catarina, Jorginho Mello já havia decidido não participar do debate promovido pelo Grupo ND. As ausências, portanto, abriram espaço para que os demais pré-candidatos ocupassem o centro das discussões e apresentassem suas posições diante dos eleitores.
Mais do que definir vencedores ou antecipar o resultado das eleições, os dois episódios mostram como os debates começam a ocupar espaço estratégico na disputa pelos governos estaduais. Para o eleitor, esses encontros são oportunidades de conhecer propostas, comparar posicionamentos e observar como cada candidato responde a questionamentos e críticas. No Paraná e em Santa Catarina, a temporada eleitoral está apenas começando, e novos debates deverão ampliar esse confronto público de ideias nos próximos meses.
