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União da Vitória realoca 160 famílias em programas sociais


4 de julho de 2013

 

Foto: Divulgação

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Num contraponto aos problemas ocasionados pelas cheias do rio Iguaçu, 42 famílias anteciparam o sonho da casa própria. Esse grupo de pessoas está residindo no Conjunto Guerino Massignan no bairro Bom Jesus e se junta às 118 famílias que deixaram áreas de risco ou irregulares e receberam casa própria. O novo conjunto será inaugurado oficialmente no próximo sábado, 6. O nível do rio estabilizou em 6,65, mas 92 famílias estão desabrigadas ou desalojadas. Contudo, a oferta de habitações, para moradores de áreas que podem ser atingidas por enchentes de pequenas proporções, foi maior que a procura.

A Caixa Econômica Federal (CEF) autorizou a mudança antecipada e gradativa de 42 famílias selecionadas e sorteadas de acordo com diretora presidente da Companhia Municipal de Desenvolvimento e Habitação (Ciahab), Marilda Pattene Machnicki. Ela lembra que 50 famílias já haviam sido transferidas para locais dignos e seguros, fornecidos com recursos do Governo do Estado do Paraná (Conjunto Vila Coradin) e 68 realocados por programa Federal (Minha Casa Minha Vida). No caso do Vila Coradin por solicitação pessoal do ex-prefeito Carlos Alberto Jung (Juco) para a secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa. O recurso de R$ 1,5 milhão foi parte da economia feita pelo presidente Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Valdir Luiz Rossoni, de um montante de R$ 90 milhões economizados.

Marilda salienta que a mudança das famílias foi feita com apoio da Defesa Civil. A diretora ressalta que os funcionários da Ciahab visitaram as pessoas que moram em áreas de risco e informaram da possibilidade de adesão aos programas habitacionais. Em relação ao Guerino Massignan, a CEF disponibilizou 99 casas, mas apenas 71 famílias demonstraram interessas. Dessas, dez desistiram e 15 estão regularizando sua situação cadastral, junto a CEF. Isso significa que uma oferta de 39 casas não teve mutuários interessados em sair de áreas que poderiam ser alagadas, ou então moram em áreas irregulares. Marilda explica que a regra de áreas de risco vale para proprietários, não para residência alugadas. Isso para evitar que alguém tire proveito alugando uma casa somente para se enquadrar no programa. Ainda, quando a família detém posse do imóvel a prefeitura faz uma troca em que o morador abdica da residência em risco para participar do programa.

 

 

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