Dados do DENATRAN; IBGE e OMS (Organização Mundial de Saúde) apontam o trânsito como o segundo problema de saúde pública do Brasil, (atrás somente da desnutrição). A decorrência de mortes e deficiências físicas causadas por acidentes de trânsito tem custado sério impacto emocional, social e financeiro às vítimas e familiares além do alto custo econômico aos cofres públicos, (leitos hospitalares, medicamentos, manutenção de rodovias, seguros).
A Organização Criança Segura, Safe Kids Brazil, divulga pesquisas do Ministério da Saúde que demonstram a situação preocupante do trânsito na faixa etária entre 0 e 14 anos de idade. Até 1 ano: lesões no trânsito são a segunda causa de morte; entre 1 e 4 anos: atropelamentos são a segunda causa de morte; entre 5 e 14 anos: mortes em acidentes de trânsito são a causa líder.
Estima-se que 90% das lesões ocorridas neste espaço podem ser prevenidas pela combinação de fatores como: educação, modificações no meio ambiente, desenvolvimento de produtos mais seguros, maior rigor no cumprimento da legislação existente e criação de regulamentação específica.
A partir desses dados, a prefeitura de União da Vitória, por meio do Setor de Educação de Trânsito (Educatran), tem investido na educação para o trânsito junto aos alunos das escolas públicas municipais.
No período de 13 a 21 de maio, os alunos da Escola Municipal Professor Dídio Augusto, localizada no bairro Limeira recebem o Educatran e seu mascote, o Edu kadinho, quando elas têm a oportunidade de participar de palestras interativas, assistir vídeos de trânsito, receber orientações seguras de comportamento e colocar em prática seus conhecimentos sobre o trânsito por meio de jogos educativos.
De acordo com a responsável pelo Educatran, Serli Olivetti, as atividades desenvolvidas nas escolas, pelo setor, vem reforçar o tema “trânsito”, que deve ser trabalhado pelo professor regular da classe de maneira transversal e de forma contínua e simultânea no decorrer do ano letivo. “Educar a criança para o trânsito é investir no presente e no futuro de nosso país, pois apresenta efeito imediato de auto preservação e influência na família. Tem como efeito prolongado, o futuro cidadão e condutor consciente de seu papel e responsabilidades no trânsito”, destaca.




