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Saiba como funciona o processo desinfecção nas escolas estaduais com casos confirmados de Covid-19


16 de abril de 2021

Fotos: Divulgação / SED

O retorno das aulas nos modelos presencial e misto durante a pandemia exigiu a adoção de diversas medidas de segurança pelas escolas da rede estadual. Uma delas é a sanitização e desinfecção contra vírus e bactérias. Esse serviço, contratado pela Secretaria de Estado da Educação (SED), está sendo realizado nos ambientes internos e externos das unidades que registraram casos confirmados de Covid-19.

A SED contratou empresas especializadas em serviços de sanitização nas 36 Coordenadorias Regionais de Educação com processo licitatório. Elas utilizam um produto desinfetante sob a forma de vapor em todas as superfícies, de acordo com orientação emitida pelo Ministério da Saúde e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que não causa irritações cutâneas ou oculares. A empresa deve comprovar que o produto usado tem efeito letal sobre bactérias, fungos, vírus e ácaros.

“A sanitização é mais uma ação prevista no Plano de Contingência para a Educação (PlanCon) para manter a escola segura durante a pandemia. É um investimento da SED para que os alunos possam ter a opção de seguir nas aulas presenciais. Sempre frisamos que a escola não é imune à Covid-19, mas é um local seguro porque tem a aplicação de diversos regramentos sanitários”, destaca o secretário de Estado da Educação, Luiz Fernando Vampiro.

Entenda como acontece a aplicação

O procedimento de desinfecção é feito com isolamento das áreas e abrange tetos, paredes, pisos, vidros, móveis, utensílios, livros, mesas, balcões, armários, arquivos, prateleiras, persianas, aparelhos de climatização, maçanetas, interruptores, botoeiras e demais superfícies de contato.

As áreas externas recebem o produto sanitizante em locais como corrimões, bancos, superfícies metálicas, botoeiras, interruptores, maçanetas e demais superfícies de contato. De acordo com o estabelecido no contrato, deve ser realizada uma aplicação inicial, seguida por mais duas aplicações em um intervalo de três meses, totalizando três aplicações.

Preferência pela sanitização aos fins de semana

Apesar de o produto aplicado não deixar cheiro e nem resíduos, as escolas se organizaram para que a aplicação seja realizada em horários com pouca ou nenhuma circulação de pessoas.

Na região de Videira, a coordenadora Roberta Aparecida Martinez explica que o processo ocorreu de forma tranquila e organizada, com a colaboração dos gestores escolares: “Organizamos os horários nas escolas para que alunos e funcionários não estivessem na escola no período da sanitização”.

Já a coordenadora regional de Curitibanos, Jeanine Rodermel, complementa que houve um agendamento com a empresa para aplicação no melhor horário para a comunidade escolar: “O processo foi realizado no período noturno ou no final de semana”.

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