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O Ministério da Defesa informou que, durante a etapa de seleção complementar, as candidatas convocadas passarão por novos exames clínicos, entrevistas, além de avaliações de preparo físico e de atributos técnicos, considerados requisitos básicos para a formação militar. A programação completa pode ser consultada diretamente na unidade da Força para a qual cada convocada foi designada, por meio do site oficial do alistamento militar.
Segundo a pasta, após o ato oficial de incorporação, o serviço militar passa a ser de cumprimento obrigatório, conforme previsto na Lei nº 4.375, de 17 de agosto de 1964, e no Decreto nº 57.654, de 20 de janeiro de 1966. O ministério ressalta ainda que homens e mulheres incorporados não possuem estabilidade no serviço militar. A previsão é que, em 2026, a incorporação das mulheres ocorra em dois períodos: de 2 a 6 de março e de 3 a 7 de agosto.
Inicialmente, estão sendo ofertadas 1.467 vagas, distribuídas entre a Marinha (157), o Exército (1.010) e a Força Aérea (300), em 51 municípios de 13 estados e no Distrito Federal. Na Marinha, as incorporadas ingressarão como marinheiro-recruta, enquanto no Exército e na Aeronáutica atuarão como soldado, com os mesmos direitos e deveres dos homens. Em 2025, o alistamento militar superou 1 milhão de inscritos no país, incluindo cerca de 34 mil mulheres voluntárias, reforçando o papel do serviço militar na renovação dos efetivos das Forças Armadas.



