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SÍNDROME DE DOWN


23 de março de 2026

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Desde o dia 14 estamos vivendo a Semana da Síndrome de Down, que se encerrou no sábado, dia 21, quando se comemorou o Dia Internacional da Síndrome de Down.

A Síndrome de Down não é uma doença, e sim uma ocorrência genética natural, presente em todas as raças.

Por motivos ainda desconhecidos, durante a gestação as células do embrião são formadas com 47 cromossomos no lugar dos 46 que se formam normalmente. Esse cromossoma a mais é que altera o desenvolvimento da criança. Os seus efeitos variam muito de criança para criança, mas pode-se dizer que as principais características são os olhinhos puxados, o bebê ser mais molinho, e seu desenvolvimento ser mais lento.

Essas crianças nascem, também, com fragilidades relacionadas com o coração, os ouvidos, o sistema digestivo e o sistema respiratório.

São crianças que precisam de mais tempo e estímulo da família, de especialistas e de professores para adquirir e aprimorar suas habilidades.

Hoje, as pesquisas avançaram muito e existem processos de estimulação para o desenvolvimento e a inclusão dos portadores de Down em todas as esferas da sociedade.

As técnicas já consagradas dos processos de estimulação, podem ser divididas em quatro fases: de zero aos 3 anos, dos 3 aos 6 anos; dos 6 aos 9 anos e dos 9 aos 12 anos.

De forma geral, pessoas com Síndrome de Down têm tendência à hipotonia – músculos mais macios e com menos força, além de uma flexibilidade exagerada nas articulações.

As atividades e exercícios nos processos de estimulação, em suas várias fases, darão suporte para ajudar o bebê na superação desses obstáculos desde os primeiros dias de vida.

São estratégias para exercitar as habilidades, que incluem brinquedos, terapias como fisioterapia e fonoaudiologia, tempo de dedicação, forma de evolução dos movimentos, alternância entre estímulos e atividades entre esquerda e direita, entre inúmeras outras ações. Os resultados são surpreendentes.

Graças a esses processos de estimulação, hoje há pessoas com Síndrome de Down estudando, trabalhando, vivendo sozinhas, escrevendo livros, se casando e chegando à universidade.

Vamos combater os preconceitos!

Ser diferente é normal.

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