Câmara aprova retorno de gestantes vacinadas ao trabalho presencial » Rádio Colmeia FM

Escute a rádio

Câmara aprova retorno de gestantes vacinadas ao trabalho presencial


7 de outubro de 2021

A Câmara aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei que prevê a volta de gestantes ao trabalho presencial após elas se imunizarem contra a covid-19. O texto altera a Lei 14.151/21, que garantiu o afastamento da gestante do trabalho presencial com remuneração integral durante a pandemia, e segue para análise do Senado.

O projeto aprovado é um substitutivo da relatora, deputada Paula Belmonte (Cidadania-DF) e garante o afastamento apenas se a gestante não tiver sido totalmente imunizada, ou seja, tenha se passado um prazo de 15 dias paós a segunda dose. Atualmente não há este critério. O empregador também tem a opção de manter a trabalhadora em teletrabalho com remuneração integral.

Se a opção for pelo retorno ao presencial, a empregada gestante deverá retornar ao trabalho nas hipóteses de encerramento do estado de emergência; após sua imunização completa; se ela se recusar a se vacinar contra o novo coronavírus, assinado um termo de responsabilidade; ou se houver aborto espontâneo com recebimento da salário-maternidade nas duas semanas de afastamento garantidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Para a relatora, o texto garante o afastamento enquanto não há a proteção da imunização e resolve o problema do setor produtivo. “Hoje, 100% está sendo pago pelo setor produtivo e, muitas vezes, o microempresário não tem condições de fazer esse pagamento. Várias mulheres querem retornar ao trabalho, pois muitas vezes elas têm uma perda salarial porque ganham comissão, hora extra”, disse Paula Belmonte.

Se a gestante não puder exercer sua ocupação por meio do teletrabalho ou outra forma de trabalho a distância, mesmo com alteração de sua função, a situação será considerada como gravidez de risco até ela completar a imunização, quando deverá retornar ao trabalho presencial. Durante o período considerado como gravidez de risco, a trabalhadora receberá o salário-maternidade desde o início do afastamento até 120 dias após o parto ou, se a empresa fizer parte do programa Empresa Cidadã de extensão da licença, por 180 dias. Entretanto, não poderá haver pagamento retroativo à data de publicação da futura lei.

Compartilhe a matéria nas redes sociais:

Leia outras matérias relacionadas:


Aniversário Bahniuk 49 anos entra na reta final e promete grande revelação em fevereiro

A campanha de aniversário de 49 anos do Bahniuk Supermercados está entrando em sua reta final e segue movimentando União da Vitória e toda a região. Clientes ainda têm até o dia 31 de janeiro para participar de uma das maiores ações promocionais já realizadas pela rede, que celebra quase cinco décadas de história com […]

Padre Antônio Carlos é eleito Administrador Diocesano

Em razão do início do período de vacância episcopal na Diocese de União da Vitória, após a nomeação de Dom Walter Jorge como Bispo da Diocese da Campanha (MG), na qual tomou Posse no dia 17 de janeiro, o Colégio de Consultores da Diocese de União da Vitória reuniu-se na data de hoje, 22 de […]

APADAF realiza Pastelada solidária

A Associação de Pais e Amigos do Deficiente Auditivo de Porto União (APADAF) realizará, no dia 6 de fevereiro, uma pastelada solidária com o objetivo de arrecadar recursos para a manutenção das atividades desenvolvidas pela instituição. A ação busca envolver a comunidade e fortalecer o apoio às pessoas com deficiência auditiva atendidas pela associação. A […]