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CEJUSC conversa com agentes educacionais das escolas da região


14 de junho de 2018

Foto: Comunicação CEJUSC

O CEJUSC da Comarca de União da Vitória, em conjunto com o Juízo da Vara da Família, Infância e Juventude, participou nos dias 06, 07,08 e 11 de junho da Formação em Ação Disciplinar organizada pelo Núcleo Regional de Educação de União da Vitória, palestrando para os profissionais agentes educacionais da educação da rede estadual de ensino dos municípios de Antônio Olinto, Bituruna, Cruz Machado, General Carneiro, Paula Freitas, Paulo Frontin, Porto Vitória, São Mateus do Sul e União da Vitória

A temática abordada pelo  Juiz de Direito Doutor Carlos Eduardo Mattioli Kockanny e equipe, foi relacionada aos Direitos Humanos e Educação para os Direitos Humanos, quando o magistrado pode conversar, subsidiar teórica e metodologicamente os profissionais da educação em relação à identificação e encaminhamentos de situações de violações de direitos da população infanto-juvenil, questões relativas às violências contra a mulher considerando as práticas pedagógicas que promovam o respeito e afirmação de direitos humanos da população feminina, abordagem do sistema educacional nos casos de violência sexual, além da apresentação e formas de participação e encaminhamentos para os projetos de cidadania do CEJUSC, os quais diariamente promovem os direitos humanos.

Foto: Comunicação CEJUSC

Na continuidade da formação, ainda foram abordados temas referentes a Saúde Mental no Trabalho e Direitos Sociais Fundamentais para a dignidade e qualidade de vida, trabalhados pela equipe multidisciplinar do CEJUSC e SAIJ, setores de Psicologia, Marcelle Andrea Leite Pereira Rossa, Cristian Tomazi, Larissa Aparecida Rodrigues, e Thais Eduarda Staudt e Serviço Social, Daniele Rosinski e Dione Correa.

Segundo o Juiz Mattioli, que também conversou nas capacitações com os diretores e pedagogos das escolas da região abrangida pelo Núcleo Regional de Educação, “muitas denúncias de violação de direitos chegam até o Fórum ou até a equipe pedagógica das escolas por intermédio dos funcionários agentes educacionais, uma vez que situações de violência, discriminação e bullyng podem ocorrer nos ambientes escolares externos à sala de aula, e nestes casos os “Agentes Educacionais” podem agir de maneira significativa através de uma abordagem adequada para as iniciativas de mediação, assim como nos encaminhamentos necessários”.

Foto: Comunicação CEJUSC

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