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Polícia Civil investiga denúncia de mãe de aluna da Apae de União da Vitória


13 de setembro de 2024

Arquivo pessoal

Uma mãe utilizou as redes sociais para narrar um fato que segundo ela aconteceu com sua filha, de seis anos, com Transtorno do Espectro Autista e não verbal.

Segundo Andreia Büerga filha foi lesionada enquanto estava sob os cuidados da Apae de União da Vitória, retornando para casa com arranhões nas costas.

O caso aconteceu no dia 27 de agosto, quando a menina, que mora em Porto União, foi levada para a instituição no período da tarde.

Foi quando a mãe recebeu uma ligação da Apae solicitando sua presença, informando que a criança apresentava ferimentos.

Diante da situação, a mãe solicitou as imagens das câmeras de segurança da escola, mas não recebeu as gravações do elevador, onde acredita que algo poderia ter ocorrido. O elevador da instituição não tem câmeras, segundo a Apae.

Ainda no mesmo dia, ela registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil de União da Vitória, buscando explicações sobre o que aconteceu com sua filha.

A Apae de União da Vitória se pronunciou sobre o caso em nota oficial, expressando pesar pelos acontecimentos e negando que os ferimentos tenham ocorrido dentro da instituição.

“Rechaçamos as insinuações de que as lesões tenham sido cometidas dentro da Instituição, ao passo que reiteramos nosso repúdio a toda e qualquer forma de violência”, declarou a diretoria da Apae.

A instituição também informou que registrou um boletim de ocorrência depois da mãe ter feito o mesmo registro e instaurou uma sindicância para investigar o caso internamente. No entanto, devido à proteção legal envolvendo crianças, mais detalhes não foram divulgados.

Nesta quarta-feira, 11, a mãe publicou uma nota nas redes sociais em resposta à repercussão que o caso tomou, reafirmando sua busca por esclarecimentos.

A Apae de União da Vitória também se manifestou através de uma nota:

A APAE, por meio de sua Diretoria, expressa seu profundo pesar em relação aos fatos envolvendo a infante.

Rechaçamos as insinuações de que as lesões tenham sido cometidas dentro da Instituição, ao passo que reiteramos nosso repúdio a toda e qualquer forma de violência.

Manifestamos, ainda, nossa preocupação com esses episódios, e a fim de garantir a devida apuração dos fatos, a APAE imediatamente registrou um Boletim de Ocorrência e instaurou uma Sindicância para investigação interna.

No entanto, devido à legislação de proteção à criança e ao sigilo que o caso exige, não podemos fornecer mais informações sobre o ocorrido”.

**Via VVale

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